
De acordo com Tiago Schietti, a fiscalização no setor funerário é um tema que desperta atenção tanto dos gestores quanto da sociedade. Por lidar com saúde pública, meio ambiente, uso do solo e direitos do consumidor, esse setor é regulado por diferentes órgãos e normas, o que torna a conformidade legal uma responsabilidade permanente.
Em um cenário de crescente profissionalização, a fiscalização deve ser vista como parte natural da gestão. Quando bem compreendida e integrada às rotinas operacionais, ela contribui para elevar o padrão do setor, reduzir riscos jurídicos e fortalecer a credibilidade de cemitérios, crematórios e empresas funerárias perante a sociedade. Leia para saber mais!
O papel da fiscalização no setor funerário
A fiscalização existe para garantir que os serviços funerários sejam prestados dentro de critérios técnicos, sanitários, ambientais e legais. Órgãos municipais, estaduais e federais atuam para verificar desde a regularidade documental até as condições operacionais dos empreendimentos.
Mais do que um mecanismo punitivo, a fiscalização tem função preventiva. Ela busca evitar práticas inadequadas que possam gerar riscos à saúde pública, ao meio ambiente ou às famílias atendidas. Quando o setor compreende esse papel, passa a enxergar a fiscalização como aliada da qualidade e da responsabilidade institucional.
Como se preparar adequadamente para fiscalizações?
A preparação para as fiscalizações começa muito antes da visita de um órgão regulador. Ela está diretamente ligada à forma como a gestão é conduzida no dia a dia. Processos bem definidos, rotinas padronizadas e registros organizados criam uma base sólida para atender às exigências legais.
Outro ponto fundamental é o acompanhamento constante da legislação aplicável, como reforça Tiago Schietti. Normas podem variar de acordo com o município, o estado e o tipo de atividade exercida. Manter-se atualizado evita surpresas e permite ajustes preventivos, reduzindo riscos operacionais e financeiros.
Fiscalização e a importância da capacitação das equipes
Segundo Tiago Schietti, nenhum processo de conformidade é eficaz sem equipes bem preparadas. A capacitação técnica dos profissionais do setor funerário é essencial para garantir que normas e procedimentos sejam compreendidos e aplicados corretamente. Erros operacionais, muitas vezes, não decorrem de má-fé, mas de falta de informação ou treinamento.

Conformidade e redução de riscos na fiscalização do setor funerário com Tiago Schietti.
Quando os colaboradores conhecem suas responsabilidades e entendem a importância das normas, a fiscalização deixa de ser motivo de insegurança. O ambiente de trabalho se torna mais organizado, seguro e alinhado às exigências legais, beneficiando toda a estrutura da organização.
Transparência e postura institucional diante da fiscalização
A forma como a empresa se posiciona durante uma fiscalização também é determinante, conforme explica Tiago Schietti. Postura colaborativa, transparência e disponibilidade para esclarecer informações contribuem para um processo mais equilibrado e construtivo. A tentativa de ocultar dados ou dificultar o trabalho dos fiscais tende a gerar desconfiança e agravar eventuais penalidades.
A fiscalização é também um momento de aprendizado. Apontamentos feitos pelos órgãos reguladores podem servir como base para melhorias internas e ajustes de processos, fortalecendo a gestão e a qualidade dos serviços prestados.
Fiscalização como instrumento de profissionalização do setor
À medida que o setor funerário se torna mais estruturado e profissional, a fiscalização passa a ocupar um papel estratégico. Na análise de Tiago Schietti, ela ajuda a diferenciar empresas comprometidas com boas práticas daquelas que atuam de forma irregular, protegendo a sociedade e valorizando quem investe em qualidade e conformidade.
Empresas que se preparam adequadamente para a fiscalização não apenas reduzem riscos, mas constroem uma reputação mais sólida e confiável. Isso impacta positivamente a relação com famílias, parceiros e o poder público.
Estar em conformidade é cuidar do presente e do futuro
Por fim, preparar-se para a fiscalização no setor funerário é uma atitude de responsabilidade e visão de longo prazo. Conformidade legal, organização e capacitação não devem ser encaradas como obrigações isoladas, mas como parte de uma gestão ética e sustentável.
Ao integrar a fiscalização à rotina de forma estratégica, o setor fortalece sua função social, reduz vulnerabilidades e contribui para a construção de um ambiente mais seguro, transparente e profissional. Cuidar da conformidade hoje é garantir a credibilidade e a continuidade do setor no futuro.
Autor: deivis thaylla









